Archive for novembro, 2008

EMPREENDEDOR: Uma Homenagem à Você.

Hoje, no dia de meu aniversário eu faço uma Homenagem à você EMPREENDEDOR.

Esta oportunidade de lhe homenagear soa como um grande presenta para mim. Porque muitos dizem que são, mas infelizmente a grande minoria é que realmente sabe o que É ser EMPREENDEDOR.

Abaixo mostro um vídeo da Endeavor que sintetiza a simplicidade e a potência de ação e ousadia de um verdadeiro empreendedor.


Eu sei o que é ser EMPREENDEDOR e você?

terça-feira, novembro 11th, 2008

Empreendedorismo por Eike Batista

segunda-feira, novembro 10th, 2008

Bota pra Fazer

Por Alberto Goulart

Faço questão de divulgar este movimento, mostrando que em um momento de “crise” temos que explorar nossa proatividade rumo a vencer qualquer que seja a especulação.

Há um movimento mundial chamado “Movimento Global pelo Empreendedorismo“ que mobiliza estudantes, profissionais, empresa e faculdades para estimular as grandes idéias, muitas vezes deixadas de lado, o que desperdiça talento e inovação.

Já são mais de 75 países participando da idéia, que tem como embaixador o Primeiro Ministro britânico Gordon Brown.

A versão brasileira foi deixada sobre a responsabilidade da Agência Africa que fez os filmes “Excalibur” e “Três Porquinhos” abaixo para divulgação:

E além da grande idéia criativa que a equipe da Africa teve, existem vários depoimentos de grandes empreendores brasileiros. O interessante é vermos o quanto estas pessoas tiveram as mesmas dificuldades que temos, ou até maiores, e fizeram deste momento um grande incentivo para buscar a felicidade definitiva.

Fiz questão de colocar abaixo o depoimento e o Making Of de cada empreendedor:

Luiz Seabra da Natura

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Rodrigo Baggio  da CDI


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Luiz Helena Trajano do Magazine Luiza

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Nega Gizza da C.U.F.A.

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Oskar Metsavaht da Osklen

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Junior do Afro Reggae

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Michael Dell da Dell


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Vídeo Institucional da Campanha “Bota pra Fazer

domingo, novembro 9th, 2008

O moedor de carne

por Raúl Candeloro

Quanto tempo um vendedor leva para “pegar o jeito” e começar a vender com todo seu potencial? Um mês? Um ano? A vida inteira?

Pergunto isso porque tenho visto uma prática comum, que é a de pagar só comissão para vendedores, ou seja, 100% comissão, sem fixo. A princípio, pode parecer uma idéia justa e boa: a empresa ganha em virtude de não ter custos fixos altos e acha que está motivando o profissional a se mexer e vender mais (se vender, ganha; se não, não ganha nada). O vendedor parece ter uma remuneração bem mais alta que se ficasse só com o fixo. Afinal de contas, 100% de comissão só é usado quando o potencial de mercado é muito grande, ou seja, parece tudo certo.

Problema: o vendedor que acabou de entrar nessa instituição, o que nos leva à pergunta inicial – quanto tempo leva para alguém realmente começar a vender bem? Qualquer profissional com dois neurônios sabe que é mais que três meses. Mas na prática você tem o contrato de experiência, que é de 45 dias, renovável por mais 45… e isso faz com que três meses seja a “linha de corte”. Se mostrar resultados nesse período, fica. Caso não mostre, está fora… Próximo!

Assim, cria-se um lindo “moedor de carne”. O coitado do vendedor que entra tem de aprender tudo sobre o produto/serviço a ser vendido, características técnicas e benefícios, sobre sua própria empresa e como as coisas funcionam lá dentro, além de clientes, concorrentes e o mercado em geral… sem contar as técnicas de venda específicas para aquele mercado, companhia ou tipo de cliente, ou seja, em três meses, não dá. Ainda mais porque a melhor forma de definir o sistema de recrutamento, seleção e treinamento de novos vendedores na maioria das empresas é uma piada. E olha que estou sendo gentil. Mesmo assim, continuam exigindo mágicas do vendedor em três meses, e isso nem o Mandrake conseguira.

É a típica situação do “me engana que eu gosto”. De um lado, o gerente faz de conta que existe uma oportunidade gigantesca para a qual o vendedor foi contratado, com promessas de resultados financeiros rápidos e que “só dependem dele”. Do outro, uma pessoa que precisa do dinheiro, tem contas a pagar e não sonhava em ser vendedor, mas pintou uma oportunidade. Enfim, vale a pena tentar. Se der certo, continua vendendo. Se não, fala mal da empresa, mercado, concorrentes, do trabalho de vender e parte para a próxima.

Veja que esse vendedor novato geralmente entra sem nenhum fundo de reserva financeiro – isso para não dizer na pindaíba mesmo. Quanto tempo ele pode passar sem ganhar dinheiro? A pressão financeira é imensa e, em vez de facilitar, dificulta. Se fico um mês tentando vender, e não consigo, tento o segundo e começo a pegar o jeito da coisa, fazer uma vendinha aqui e outra ali. No terceiro, finalmente começa a pingar uma comissão… morro de fome, pois é tarde demais. Já estava ferrado de dinheiro, agora terminei de me afundar. Ninguém no mundo dos novos vendedores consegue passar três meses “investindo” na carreira. Não porque não queira, é porque com fome não dá mesmo. Quem tem fome tem pressa.

Certo ou errado, justo ou injusto, essa é a crônica de uma morte anunciada. Não dará certo nunca. O que mais me irrita nessa história é que, além de incompetente, é desumano. E por que continua? Porque fomos criados em uma sociedade em que sempre tivemos gente jovem e despreparada, em grande quantidade e a um custo baixíssimo. Só que a coisa mudou. Estamos em um ciclo longo de crescimento econômico, os salários aumentando e a concorrência podendo contratar gente qualificada. Isso se refletirá nos salários dos vendedores e em tudo que a empresa precisa fazer para mantê-los motivados e fiéis à instituição.

Para mim, o resumo dessa questão pode ser entendido com uma pergunta simples e polêmica: se os vendedores de uma organização ganham o mesmo salário que uma empregada doméstica (com todo o devido respeito a essas classes), que tipo de profissionais você acha que terá?

As empresas entendem que precisam cuidar muito bem dos seus novos clientes, pois são eles que darão lucro no futuro. Por que não usam essa lógica para os novos vendedores? Por que o moedor de carne? Quer ter uma equipe de vendas excelente? De verdade? Então, trate os novatos como potenciais campeões, e não como carne fresca.
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Raúl Candeloro é palestrante e editor das revistas VendaMais, Motivação e Liderança. Autor de vários livros, é também mestre em Empreendedorismo pelo Babson College.

sábado, novembro 8th, 2008

Marketing x Vendas

por Tom Coelho

Senhoras e senhores, bem-vindos a mais esta batalha! De um lado, formada por várias pessoas, com foco na concretização de negócios e energia para contatar muitos clientes, a equipe de vendas! No outro corner, em menor número, porém não com menos entusiasmo, centrados no fortalecimento da marca da empresa, a equipe de marketing!

Houve um tempo em que a estrutura das empresas era cartesianamente bem definida. Cada departamento cuidava de suas atribuições, procurando realizar o melhor trabalho possível, conferindo a segurança de que a soma das partes redundaria num conjunto bem-sucedido.

Dentro desse contexto, o próprio organograma sinalizava a divisão das responsabilidades. E no seio de cada setor, uma nova segmentação promovia a separação das tarefas. Data desse período o controle de qualidade no fim do processo e a postura limitada sintetizada na expressão: “Isso não é da minha alçada”.

Esse modelo perdurou até as companhias perceberem que seus diversos departamentos nada mais são que partes de um todo que devem atuar de forma integrada para atingir um alvo comum – um organismo vivo, sinérgico e sistêmico, no qual um setor depende dos demais e onde o trabalho de um colega tem impacto sobre o desempenho dos outros. É por isso que a palavra “organismo” pode ser bem aplicada, pois se trata de uma instituição que se organiza.

Assim, o tradicional conflito entre marketing e vendas é absolutamente equivocado. E digo mais: discordo da visão de Theodore Levitt, segundo o qual o marketing está voltado aos clientes, enquanto vendas se ocupa dos interesses da empresa.

Em meu artigo O Coração da Empresa, publicado na VendaMais em setembro de 2004, eu já alertava para o fato de que o departamento de vendas é o órgão vital de uma companhia, pois possibilita seu crescimento sustentado. Todavia, para alcançar essa meta, é imprescindível o apoio de todos os demais setores, em especial do marketing.

O marketing tem como função construir relações perenes, conquistando e preservando clientes. Para isso, parte de um instrumento denominado planejamento estratégico, principiando com uma série de pesquisas para conhecer o perfil e as expectativas dos consumidores, determinando foco e posicionamento. Com um olho na concorrência, busca a adequação do produto, ou melhor, do serviço prestado pelo produto, a fim de notabilizá-lo por seus atributos. O objetivo é infiltrar um componente psicológico na formação do preço, elevando o valor percebido pelo consumidor e a rentabilidade do negócio.

Entre outros fatores, o marketing ainda atua sobre a logística, com a missão de garantir a acessibilidade do produto aos interessados em adquiri-lo. E evidentemente sobre sua comunicação, através de instrumentos como a propaganda e o merchandising. Note que todo esse trabalho será em vão se não for referendado pelo êxito na área comercial. Daí a importância de uma ação integrada de marketing e vendas. Então, como fazê-lo?

» Realize reuniões conjuntas – Em reuniões de marketing, convide sempre um profissional de vendas para participar e vice-versa, conferindo voz ativa ao convidado. Isso garantirá um ponto de vista diferenciado nos debates e promoverá a sinergia entre os grupos.

» Compartilhe experiências – Leve um profissional do marketing como ouvinte ao visitar clientes. Isso lhe permitirá ter uma nova visão do consumidor, diferente daquela manifestada nas pesquisas de opinião. Analogamente, leve um vendedor como ouvinte a uma reunião de atendimento de marketing para que ele possa compreender como surgem as demandas e de que maneira nascem as campanhas publicitárias.

» Estimule a comunicação – Muitas divergências surgem devido a ambigüidades e comunicação truncada. Crie canais de diálogo como cafés-da-manhã, happy hours ou eventos de integração. E aproxime geograficamente os dois setores, instalando-os no mesmo andar ou em salas adjacentes, a fim de favorecer o encontro deles.

» Crie sistemas cruzados de remuneração – Desenvolva instrumentos de remuneração variável que sejam comuns a vendas e marketing para que ambos possam convergir metas.

» Use a pós-venda para promover união – Forme uma equipe multidisciplinar para trabalhar especificamente as ações de pós-venda. Essa é uma estratégia fundamental do marketing para fidelizar clientes e igualmente de interesse do vendedor, que deverá ser o responsável por implementá-la

sexta-feira, novembro 7th, 2008