Archive for maio 7th, 2009

Confiar, perseverar e vencer.

por Alberto Goulart

É uma receita. Não tem erro!

O sucesso de um sonho para mim está em três etapas: confiar, perseverar e vencer.

Para quem tem dúvida eu convido a fazer uma reflexão dos fatos que identificam estas três etapas.

Todas as pessoas já tiveram, em algum momento da vida, uma vitória. Seja na época da escola, da faculdade, do início de um trabalho, em um projeto, enfim, conhecem o caminho até o êxito.

O que acontece conosco quando estamos em uma nova jornada, é que dependendo da sequência de obstáculos que transpomos e devemos transpor, nós cansamos e colocamos em risco o sucesso do trabalho questionando sobre nossa capacidade. Talvez nessa hora pecamos por pensar demais!

Concordo que caso a dificuldade esteja sendo extrema, haja a necessidade de repensar o planejamento para decidir se a estratégia não está sendo pouco eficiente ou até mesmo errada.

No entanto o que quero mostrar é que talvez você já conseguiu suportar e liquidar obstáculos bem maiores e ainda, na ocasião da dificuldade , chega a questionar seu potencial. Por isto acho importante no momento de questionamento ser realizado o raciocínio da “razão sobre o esforço”.

A etapa do confiar, do perseverar e do vencer envolvem várias fases que, em sua maioria, não são simples mas são muito importantes para nossa vivência.

Quando estamos diante de uma nova oportunidade você só dá o primeiro passo depois que decide entrar na primeira etapa, que é a de confiar. Se você acredita que aquele projeto, aquele sonho, aquela oportunidade é interessante então você irá apostar a vitória nela. Isso é o início de um caminho que pode ser fácil e rápido, difícil e rápido, fácil e longo ou difícil e longo. O percurso dependerá do tamanho e da estratégia do projeto.

E não há milagres. O que há são esforços, inteligências e ações para catalisar o caminho através da assertividade.

Na etapa de fazer acontecer o que planejamos, nossas atitudes influenciam diretamente os resultados. Aqui é onde denomino de Etapa do Perseverar, onde estão a grande maioria dos obstáculos, os momentos onde exigirá ajustes, re-alinhamentos e talvez até a retificação do objetivo. É a etapa mais responsável pela vitória.

Tudo dando certo, ou seja, se ouve confiança e perseverança não há outro caminho para seu projeto acabar a não ser na vitória. Porém quando seu cliente gosta e decide por fazer parte do seu projeto aí você entra na Etapa do Vencer.

O importante é saber que na Etapa do Vencer existem variáveis que ainda podem comprometer a vitória. Por exemplo, se a vitória do seu projeto está na assinatura de um contrato, então é necessário manter a intensidade até que este ato seja formalizado. No meu caso, eu só comemoro realmente quando se inicia a etapa de pós-venda, que é quando eu realmente já estou dando manutenção na venda realizada.

Enfim, para concluir gostaria de resumir todas estas minhas idéias em uma figura conforme segue abaixo:

Poderia escrever dezenas de páginas sobre este assunto, baseado inteiramente nas experiências diante as minhas virtórias e derrotas, mas a idéia é somente formalizar uma conversa que tive com um amigo, onde ele me dizia “estar perdendo as forças para continuar a batalha”. Imagino que assim como ele, diversos empreendedores brilhantes também desistem de seus sonhos por conta das dificuldades da Etapa do Perseverar. O interessante é entendermos como é a ciência da vitória e mapearmos o caminho.

Com esta racionalidade sofremos menos e ficamos mais focados.

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Livros que recomendo para este assunto

O Maior Vendedor do Mundo


quinta-feira, maio 7th, 2009

Mercado chinês detêm 44,7% das vendas globais da Vale

por Alberto Goulart

Li no O Globo de hoje que o mercado chinês passou a representar 44,7% das vendas globais da Vale.

Imagina isso! Dá até frio na barriga. Afinal de contas a Vale, praticamente, está nas mãos dos chineses.

O assombro é notório, visto que no primeiro trimestre de 2008 a conta da China representava cerca de 17,2% das vendas globais.

Na hora pensei: das duas uma, ou os outros clientes internacionais não estão compando ou os chineses de fato aumentaram seu poder de aquisição em pela crise.

Por um momento cheguei a acreditar que havia diminuído o poder de venda diante dos demais países deixando aumentar os pencentuais de participação da conta chinesa, mas talvez eu esteja errado. Os números da Vale neste primeiro trimestre de 2009 não foram muito diferentes que os de 2008. O Lucro foi 0,3% menor, enquanto sua receita bruta despencou 27,2%, caindo de US$ 7,4 bilhões para US$ 5,4 bilhões.

É… agora a Vale tem que incluir a saúde dos Chineses em suas orações diárias.

quinta-feira, maio 7th, 2009