Os usuários do transporte público em Goiânia e região metropolitana são os primeiros do País a contar com um serviço via SMS que informa em tempo real quanto falta para o ônibus chegar a um dos 4 mil pontos de ônibus espalhados na capital e em cidades do entorno. No primeiro dia de funcionamento, mais de 18 mil torpedos foram enviados.
As mensagens de texto são um dos sete componentes do Serviço de Informação Metropolitano (SIM), lançado pelo Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo de Goiânia (Setransp). Entretanto, é preciso saber o número do ponto de ônibus para ser informado pelo SMS. E a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), órgão público responsável pela área na região, não fez ainda a licitação para instalação de pontos com a numeração.
A Symantec, empresa especializada em segurança, realizou uma pesquisa mostrando que milhões de internautas foram infectados com um software de segurança falso durante a instalação. De acordo com o site de notícias Telegraph nesta segunda-feira (19), a companhia divulgou uma estimativa de 40 milhões de usuários afetados.
Conhecido como “Scareware”, o software possui mais de 250 versões. Ainda segundo o Telegraph, alguns criminosos virtuais estão faturando mais de 750 mil libras (R$ 2,1 milhões), a partir do download e da instalação de antivírus falsos nos PCs. (mais…)
A Epamig e seus parceiros, entre eles a Prefeitura de Uberaba e a Embrapa, realiza a versão regional da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. A abertura acontece hoje, e a programação se prolongará até o dia 25 com atividades em Uberaba, Uberlândia e Patos de Minas.
Toda a comunidade pode participar. O objetivo é justamente popularizar e aproximar a ciência e a tecnologia dos cidadãos em consonância com o tema nacional “Ciência no Brasil”, debatendo o papel das pesquisas científicas, da tecnologia e do conhecimento para a melhoria da qualidade de vida. (mais…)
A Open Text, especializada em desenvolvimento de software de Enterprise Content Management (ECM) entrou em um acordo definitivo para adquirir a Vignette, especializada no fornecimento de software para Gerenciamento de Experiência e de Conteúdo na Web, por US$ 310 milhões.
Os acionistas da Vignette receberão US$ 8,00 em dinheiro por ação e mais 0,1447 de participação das ações da Open Text para cada ação em comum da Vignette – o equivalente a cerca de US$ 12,70. Esse valor representa um aumento de cerca de 74% acima da média nas negociações de fechamento do preço das ações da Vignette e cerca de 41% a mais do preço final.
De acordo com John Shackleton, CEO da Open Text, a combinação das duas empresas ampliará as ofertas da companhia e posicionará a Open Text como principal fornecedor de ECM do mercado. “Os clientes da Vignette representam algumas das maiores marcas online de todo o mundo. Por isso, nós estamos ansiosos com essa oportunidade de expandir o nosso relacionamento com esses clientes e parceiros”, afirma Shackleton.
“Após uma cuidadosa avaliação das alternativas estratégicas e financeiras, o Conselho Administrativo da Vignette acredita que o anúncio possibilitará um valor atraente para nossos acionistas”, disse Mike Aviles, CEO da Vignette. “Nossos acionistas, clientes, parceiros e empregados serão beneficiados com a aquisição da Vignette e Open Text”.
A sede da Vignette está localizada em Austin, no estado do Texas, e possui cerca de 700 funcionários. A transação está prevista para ser encerrada no segundo semestre do ano e está sujeita às habituais condições de fechamento, incluindo aprovação dos acionistas da Vignette e da bolsa de valores, além de apuração anti-truste e da Comissão Securities and Exchange.
Sobre a Open Text:
A Open Text, líder no desenvolvimento de software de gerenciamento de conteúdo empresarial, ajuda as organizações gerir e ganhar o verdadeiro valor dos seus conteúdos de negócios. A Open Text, com duas décadas de experiência, suporta 46 mil de clientes em 114 países. Trabalhando com nossos clientes e parceiros, a Open Text desenvolveu o líder Content Experts(tm) para ajudar as organizações a conquistar e preservar a memória corporativa, aumentar o valor da marca, automatizar processos, atenuar os riscos, gerir e melhorar a competitividade.
No dia 7 de abril de 1969, Steve Crocker, um jovem estudante de computação da Universidade da Califórnia em Los Angeles, escreveu e distribuiu um memorando que intitulou “Host Software” – software hospedeiro. Datilografado à máquina, o texto ganhou o subtítulo: “request for comments” – peço que comentem. Nascia ali a internet. Neste ano, a concepção da rede faz 40 anos.
O texto de Crocker tinha onze páginas e detalhava como funcionaria o software de servidor que permitiria a dois computadores longe geograficamente um do outro se comunicarem. Os “Request for Comments”, ou RFCs, viraram, ao longo dos anos seguintes, o método predileto de troca de informação dos engenheiros que inventaram a grande rede. São, até hoje, 5.023 RFCs, o último publicado em 2007.
As conversas tiveram início em agosto de 1968, quando estudantes e professores de quatro universidades – UCLA, Stanford, e UC Santa Bárbara, as três da Califórnia, e a Universidade de Utah – se reuniram para discutir como criar a rede. Quando o primeiro software de servidor estava mais ou menos pronto, Crocker soltou o RFC de número 1.
Demorou meses ainda até que, em outubro de 1969, outro estudante da UCLA, Charley Kline, fez a primeira transmissão para o que seria a ArpaNet. Kline tinha por missão digitar “login”. Escreveu o L, seguido do O, mas aí a rede deu pau. Passou uma hora para o reboot e, só então, os computadores se conectaram.
ArpaNet, o nome inicial da internet, era a rede da Arpa, o braço de pesquisa do Departamento de Defesa dos EUA. A rede nasceu descentralizada por um motivo. Em plena Guerra Fria, o medo de um ataque nuclear soviético era real. A revolução cubana viera dez anos antes, a crise dos mísseis passara, mas a noção de que a qualquer momento Washington poderia ser bombardeada e dizimada era de todo presente.
Uma rede para trocar informação militar não podia ser centralizada por isso. Se Washington desaparecesse, ou Nova York, ou Los Angeles, não importa que cidade grande, os computadores daquele ponto seriam apagados, mas a rede, independente de um servidor central, permaneceria operante para organizar a resistência.
O primeiro link permanente da ArpaNet foi inaugurado em novembro de 1969 e ligava UCLA a Stanford, perto de San Francisco, no Vale do Silício.
Através de uma série de RFCs, os padrões da transmissão em rede foram especificados publicamente. Abertos. O resultado é que quando, em meados dos anos 1970, os britânicos decidiram criar sua rede, a JaNet, ela já nasceu compatível com a ArpaNet, embora as não estivessem ligadas entre si.
Até o início dos anos 80, algumas centenas de redes separadas foram criadas no mundo. Havia a BitNet, que ligava as universidades norte-americanas, a MilNet surgiu para substituir a ArpaNet em suas funções militares, e os países europeus conectaram-se uns aos outros.
Em 1987, um link por satélite foi estabelecido entre a BitNet e o Laboratório Nacional de Computação Científica, perto do campus da Praia Vermelha da UFRJ, no Rio. O LNCC foi ligado à Fapesp, em São Paulo. E, assim, o Brasil conectou-se à rede que ainda não era internet. Dois anos depois, Tim Berners Lee criou, no CERN da Suíça, a web que ainda não era gráfica.
Se a Guerra Fria fez com que a internet nascesse descentralizada, é importante marcar que gente como Steve Crocker e Charley Kline tinham pouco mais do que vinte anos e moravam na Califórnia. Entre abril e outubro de 1969, foi verão nos EUA – San Francisco já vinha sendo invadida por uma gente de cabelos compridos e vestidos floridos, desde o ano anterior, do Verão do Amor. 1969 seria o ápice daquela geração, marcado pelo festival de Woodstock.
A rede que se transformaria na internet foi cria de jovens envolvidos na contracultura, e não é à toa que a rede foi construída assim aberta, como uma grande cooperativa em que todos trabalhavam em conjunto. É o método científico e o espírito hippie integrados. Daí nasceu a cultura hacker.
Este, portanto, é o ano em que celebramos o nascimento da internet. Sua arquitetura aberta se impôs e está criando uma brutal ruptura nos negócios. O copyright que o diga.
O colunista passa um ano em Palo Alto, na Califórnia.
A crise vai afetar menos o mercado de TI da América Latina do que afetou o resto do mundo. Alem disso, ao final de 2009 as indústrias se estabilizarão e em seguida voltarão a crescer. Esses são os resultados otimistas revelados pelo estudo “Tendências da Economia na América Latina e o setor de Tecnologia e Comunicação”, realizado pela The Economist Intelligence Unit (EIU) e encomendada pela Nortel.
O estudo foi apresentado agora em maio no CIO Forum 2009, evento realizado na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Porto Rico e República Dominicana e que reuniu mais de 500 participantes. Na ocasião, os convidados tiveram a oportunidade de compartilhar as melhores práticas e experiências do setor e também discutir questões como o impacto das comunicações unificadas para os próximos cinco anos.
Segundo Carlos Brito, presidente da Nortel Brasil, os eventos são prova de que as operações da Nortel continuam aquecidas, assim como os planos da companhia para fortalecer os negócios. “Estamos trabalhando fortemente para concluir o quanto antes o processo de reorganização e nos transformar em uma companhia mais centrada, além de manter a estratégia em oportunidades de crescimento, incluindo LTE (do inglês long-term evolution)”, explica.
Dentre as conclusões apresentadas, o destaque fica para o crescimento com gastos em TI na América Latina, que criará novas oportunidades para os CIOs analisarem mudanças fundamentais em sua estrutura e na forma de fazer negócios. Ao mesmo tempo, a taxa de adoção de telefones móveis ficará entre as mais altas comparadas aos países em desenvolvimento, apesar da concorrência e dos órgãos reguladores reduzirem as receitas.
O estudo revela ainda que a China será a região que mais crescerá em 2009. A América Latina ocupa a sexta posição. Já analisando os setores, o de hardware será o mais impactado este ano, levando em consideração o investimento global em ICT (Information and Communication Technologies). Outro dado da pesquisa aponta que as empresas de software aberto serão obstáculos para aquelas que vendem software proprietário, uma vez que os provedores de serviços pay-per-usage e ofertas de software como serviço (SaaS) podem crescer. Por fim, o estudo indicou ainda que a indústria de TI continuará a ser beneficiada por iniciativas governamentais para levantar investimento bruto fixo.
O presidente israelense, Shimon Peres, presenteou o Papa Bento XVI, que visitou Israel nesta semana, com um Antigo Testamento que cientistas locais colocaram em um chip do tamanho da cabeça de um alfinete.
A Bíblia, em hebreu, foi gravada em um chip de 0,5 milímetro quadrado por cientistas da Technion, o Instituto israelense de Tecnologia.
O chip com o texto de 308.428 palavras foi colocado numa caixa de vidro com uma lupa e explicações técnicas.
O aplicativo brasileiro “AlcoholTest”, para iPhone e iPod touch, tem feito sucesso. Ele simula um bafômetro, fazendo a coleta e medição do hálito do suposto alcoolizado, e ainda dá o diagnóstico. É uma brincadeira com o aparelho que é o pesadelo daqueles que gostam de pegar a direção depois de umas doses a mais.
Segundo o autor do programa, Joaquim Venâncio, em apenas dois dias O aplicativo ultrapassou a marca de 300 downloads. Vale lembrar que o software é de mentira e não realiza medições reais. Porém Venâncio disse estar muito satisfeito com o nível de aceitação do “bafômetro” por parte dos usuários.
Os interessados podem encontrar o software, em inglês e em português, na Apple Store, pelo atalho http://tinyurl.com/rxzl2s, por US$ 1.
ATLANTA (Reuters) – À medida que o Departamento da Defesa dos Estados Unidos reformula sua capacidade militar e se equipa melhor para enfrentar operações de combate irregular, as empresas que se concentram na tecnologia de informação e em prevenir novas ameaças de segurança estarão bem posicionadas para se beneficiar.
O governo Obama esta semana solicitou ao Congresso 663,8 bilhões de dólares para o Pentágono, que mudará de foco e passará a dedicar mais recursos a combater insurgentes do que a inimigos tradicionais.
O orçamento, que precisa de aprovação do Congresso, pode resultar no encerramento da produção do F-22, o caça stealth da Lockheed Martin, do helicóptero presidencial VH-71 e do avião de carga militar C-17, da Boeing.
Mas também reforçaria as verbas de sistemas que coligem, monitoram e disseminam informações, e ofereceria cobertura adicional do campo de batalha por veículos aéreos não tripulados. Também está prevista uma expansão de mais de 2,4 mil soldados no efetivos das forças de “operações especiais”.
“As empresas que estão produzindo tecnologias que auxiliam os soldados no campo de batalha de maneira prática” devem se beneficiar, disse Brian Ruttenbur, analista de defesa da Morgan Keegan.
“Coisas que apresentam custos muito elevados e retornos questionáveis estão chegando ao fim”, acrescentou.
Jim McAleese, um consultor de defesa, disse estar surpreso pela forte concentração da Casa Branca em cancelar cerca de 5 bilhões de dólares de verbas adicionais para armamentos em uma proposta de orçamento de guerra suplementar, quando está a ponto de apresentar um orçamento de 3,55 trilhões de dólares.
Dado o esforço para cortar programas de armas, alguns representantes do setor estão começando a temer que “defesa talvez se torne um nome feio na Casa Branca”.
Mas Alex Hamilton, diretor executivo sênior da Jesup & Lamont Securities, disse que a mudança de foco do governo Obama demonstra que as autoridades estão cada vez mais preocupadas com as operações de inteligência e a proteção de redes de computadores contra ameaças, e não com a produção de equipamentos militares mais tradicionais.
Criminosos virtuais comumente se aproveitam de temas que recebem ampla cobertura da mídia para incrementar seus golpes. Não é diferente com a gripe suína. Além de e-mails em massa que se aproveitam do tema – para promover Viagra e disseminar vírus –, agora também resultados de busca em pesquisas na web podem levar o internauta a softwares antivírus fraudulentos, segundo especialistas da Sunbelt-Software.
Também nesta semana, escreverei sobre o primeiro falso antivírus brasileiro promovido por praga digital e um estudo que sugere que atualizações de segurança sejam instaladas sem o consentimento do usuário.
Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.
>>> Pesquisa por gripe( suína na web pode levar a vírus
Resultados malicioso pode ocupar até mesmo a segunda posição em uma pesquisa no Google. (Foto: Reprodução )
Além das mensagens de spam que tentam se aproveitar da gripe suína, criminosos também estão usando técnicas de otimização para sites de busca, ou Search Engine Optimization (SEO), para incluir sites maliciosos nos resultados de pesquisas na web sobre o tema.
Uma pesquisa com os termos “swine flu protection” (“proteção da gripe suína”, em inglês) pode ter um resultado malicioso ainda na primeira página, segundo pesquisadores da empresa de segurança Sunbelt-Software. O termo “swine flu statistics” (“estatísticas da gripe suína) traz um link para pragas digitais já no segundo site.
As páginas maliciosas levam paraum antivírus fraudulento, que prometerá “limpar” o computador do usuário de pragas digitais que ele próprio instalou. Segundo a Sunbelt, a página já está fora do ar.
Técnicas de otimização para sites de busca, comumente referidas pelo termo em inglês SEO, são usadas para elevar a posição de uma página nos resultados que são retornados para uma pesquisa específica. Existem as chamadas “táticas negras” de SEO, consideradas imorais, que a maioria das páginas não utiliza. Em alguns casos, sites que utilizaram esse tipo de SEO agressivo tiveram sua posição nos resultados manualmente piorada, ou mesmo foram banidos da busca por completo.
Sites maliciosos ainda podem usar esse tipo de técnica para elevar rapidamente sua posição entre os resultados. Diferentemente das páginas legítimas, as criminosas não possuem reputação a ser preservada nem endereço fixo na rede.